COMUNICAÇÃO · LINGUAGEM · DESENVOLVIMENTO
Terapia da Fala em Santa Maria da Feira
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Quando procurar Terapia da Fala?
“É normal ainda falar assim para a idade?” é uma das perguntas que mais ouvimos. Se tem dúvidas sobre a comunicação do seu filho, uma avaliação pode ajudar a perceber o que está a acontecer e qual o próximo passo.
Estes sinais devem ser interpretados tendo em conta a idade, a evolução e o contexto de cada criança.


O meu filho fala bem. Porque precisa de Terapia da Fala?
Falar bem não significa apenas pronunciar as palavras corretamente. Uma criança pode dizer todos os sons e, ainda assim, ter dificuldades em compreender linguagem, organizar frases, contar uma história ou participar numa conversa.
A Terapia da Fala também pode apoiar dificuldades de leitura e escrita, voz, mastigação e deglutição. A avaliação permite perceber quais as áreas que precisam de atenção.
As dificuldades na fala podem afetar a leitura e a escrita?
Algumas dificuldades de fala e linguagem estão associadas a maior risco de dificuldades na leitura e na escrita, sobretudo quando envolvem a identificação e manipulação dos sons das palavras. Isso não significa que todas as crianças com dificuldades de fala venham a ter dificuldades escolares.
Como funciona o acompanhamento?
Começamos por conhecer as preocupações da família e avaliar as competências da criança. A partir daí, explicamos o que observámos e definimos objetivos, prioridades e a frequência de acompanhamento mais adequada.
Ao longo do processo, acompanhamos a evolução e ajustamos as atividades. Quando necessário e com autorização da família, articulamos com a escola e outros profissionais.
A família recebe orientações para apoiar a comunicação no dia a dia, de forma prática e ajustada às suas rotinas.
Avaliar e compreender
Conhecer a criança, a família e as dificuldades.
Definir um plano
Escolher objetivos e estratégias individualizados.
Acompanhar e ajustar
Observar os progressos nas sessões e no quotidiano.
Perguntas frequentes sobre Terapia da Fala
Respostas às dúvidas que os pais mais partilham connosco.
Quando procurar ajuda
Depende da idade, dos sons que produz e da forma como compreende e utiliza a linguagem. Algumas trocas de sons fazem parte do desenvolvimento; outras justificam avaliação. Se a fala é difícil de compreender, se as dificuldades persistem ou se existe preocupação, procure uma avaliação em Terapia da Fala.
A Terapia da Fala não trabalha apenas a pronúncia. Uma criança pode dizer as palavras corretamente e apresentar dificuldades na compreensão, na expressão, na comunicação ou na leitura e escrita. Também pode precisar de apoio na voz ou nas funções orais. A avaliação esclarece a necessidade de acompanhamento.
Podem estar associadas a um maior risco, mas esse impacto não é inevitável. Depende do tipo de dificuldade e das competências de linguagem e de consciência fonológica — a capacidade de identificar e manipular os sons das palavras. A avaliação ajuda a identificar necessidades e a orientar o apoio.
A terapeuta da fala reúne informação sobre o desenvolvimento da criança, ouve a família e avalia as áreas relevantes para as dificuldades apresentadas. Explica as conclusões e as recomendações. Em algumas situações, são necessárias várias sessões de avaliação ou a colaboração de outros profissionais para esclarecer o diagnóstico.
Não existe um número igual para todas as crianças. A duração do acompanhamento depende das dificuldades, dos objetivos e da evolução ao longo do processo. Após a avaliação, a terapeuta explica o plano inicial e revê-o regularmente. A alta é ponderada em função dos objetivos alcançados e das necessidades da criança.
A evolução é acompanhada através dos objetivos definidos e do uso das competências nas sessões e no dia a dia. Os primeiros progressos podem ser discretos, como precisar de menos ajuda ou comunicar com mais facilidade. Duas sessões podem não ser suficientes para observar mudanças consistentes; a terapeuta ajuda a interpretar a evolução.
A duração prevista para a consulta é indicada no momento da marcação. A avaliação inicial e as sessões de acompanhamento podem ter uma organização diferente, consoante as necessidades da criança. Contacte-nos para conhecer a duração da consulta que pretende marcar.
O apoio em casa pode ajudar a criança a utilizar no quotidiano o que aprende nas sessões. Nem sempre implica exercícios formais: pode incluir estratégias durante as brincadeiras, a leitura ou as conversas. A terapeuta adapta as orientações aos objetivos da criança e às possibilidades da família.
A frequência e o número de repetições devem ser definidos pela terapeuta, de acordo com o exercício e a criança. Não existe uma regra única. Procure integrar a prática nas rotinas, respeitando as orientações recebidas e evitando insistir quando há cansaço ou frustração.
Não é necessário corrigir cada erro. Numa conversa espontânea, pode devolver a palavra na forma correta, com naturalidade, sem interromper constantemente ou exigir repetição. Nos momentos de prática, siga a forma de feedback recomendada pela terapeuta. O objetivo é apoiar a aprendizagem e preservar a vontade de comunicar.
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